julho 24, 2008, 1:00 pm
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
->
conduta pela qual resolveria os maiores conflitos garantindo, se não a felicidade plena, pelo menos a visão do caminho. isso se colocou numa máxima de vários desdobramentos: colocar-se abaixo do cachorro. para fins posteriores isso se mostraria particularmente assim: quem sou eu para falar mal de um cachorro. quem sou eu para falar mal de um cachorro , para malversar a seu respeito, inferiorizá-lo. do cachorro a principio nada conhecemos no que lhe diz respeito - ou isso é coisa demais nossa. mas o cachorro é sempre este eterno outro. próximo demais e longe para sempre. estamos e ainda assim pouco dele sabemos. é razoável então que alarguemos para todos os outros animais , mas detendo-nos no cachorro é suficiente , o estágio é esse. o convívio junto ao cachorro é a relação insuperável da vida até
- antes de eu vir à vida o convívio familiar com o cachorro se dava em nossa civilização. o cachorro continua sendo o animal da companhia oficial. cão seu melhor amigo chegou é por aí também q pensaremos no ovo da galinha. de alguma forma a galinha põe-nos o ovo. isso além de seu fim, em si e para si, nos põe o ovo como média para q não a extingamos , não a matemos para nossa alimentação. o ovo ela deixa e tomamos algo q vem de dentro dela - por ela produzido ao invés de comer sua carne . a sua vida. damos azar quando comemos um ovo e ele nos faz mal. há vezes q não faz. o risco é corrido também. o cachorro arma-se para assumir o posto q hoje é do homem. o latido já é estágio inicial de vocalização [e para nós é primitivo totalmente e também nossa forma de dominação através da crítica] criticamos o cachorro e seu latido. ele poderia já ter avançado.
No Comments so far
Leave a comment
Leave a comment
Line and paragraph breaks automatic, e-mail address never displayed, HTML allowed:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

