be relevant


a profecia
novembro 24, 2008, 11:16 am
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no meio dos olhos
julho 28, 2008, 4:48 pm
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há criaturas com um destacamento na natureza. os animais e, finalmente [mas provavelmente não ultimamente] o homem. observai os olhos de uma baleia ou a imagem ancestral de um dinossauro. os olhos q nos olham de lado, q mantêm com o meio relações tais, que julgamos enfim, diferentes, anteriores. são espécies destacadas no universo, que olham, que se movimentam. olhem um rosto de lado, de um animal, de um pássaro por exemplo. mas a tendência é tudo isso sumir no futuro.



atropelo
julho 28, 2008, 4:41 pm
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foi necessário ter dito um palavrão ao motorista, numa avenida da cidade. a preocupação maior sempre foi: mas enfim, até onde vai a disputa? ela só teria sentido se terminasse em morte de um dos dois lados. do contrário é apenas um descarrego. eu te processo? não: eu te mato. eu te elimino da vida. depois me elimino também.



campo
julho 27, 2008, 10:57 pm
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futebol como espaço de encontro do conteúdo – matéria, fato, o esporte – e os dispositivos midiáticos produzidos pelo homem  no caso  a grande mídia esportiva do futebol. compreender interações sociais pelos tensionamentos midiáticos na criação de novos dispositivos interacionais entre os seus agentes. o programa televisivo ‘bem, amigos!’ dera as perguntas iniciais. levantar questões comunicacionais na esfera do futebol e interações sociais tendo os processos midiáticos como referência.



foo fighters não teria existido
julho 26, 2008, 7:55 pm
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com o fim do nirvana as possibilidades se abriram. dave grohl ´o` grande músico já se sabia. formar uma nova banda aparecia num tipo de escolha in vacuo a expectativa longinquamente oblíqua. a banda foo fighters já nasce existindo.



what’s year
julho 26, 2008, 7:52 pm
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as expectativas do ano se firmam, é comum. mas o que é um ano ´o` daqui pra frente dentro de um ano. há um projeto e se há onde está. como comunicá-lo ?  até onde podemos comunicar nossos projetos.



tecnologia y alimentação
julho 26, 2008, 12:38 pm
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fome de telefone. de mesa. de instrumentos técnicos um pouco antigos (bem conservados). papéis bem empilhados. fichas, fichários, arquivos, pastas.
como se dá a passagem de meios mais antigos a contemporâneos no momento em q temos a memória dos antigos. então essas transformações nos dão fome. apreender essas mudanças constiui-se alimentação. mesas q encaixam em outras. armários bem delineados. portas bem retangulares, divisórias bastante específicas e demarcantes.


cachorro no processo evolutivo
julho 24, 2008, 1:00 pm
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conduta pela qual resolveria os maiores conflitos garantindo, se não a felicidade plena, pelo menos a visão do caminho. isso se colocou numa máxima de vários desdobramentos: colocar-se abaixo do cachorro. para fins posteriores isso se mostraria particularmente assim: quem sou eu para falar mal de um cachorro.  quem sou eu para falar mal de um cachorro ,  para malversar a seu respeito, inferiorizá-lo. do cachorro a principio nada conhecemos no que lhe diz respeito - ou isso é coisa demais nossa. mas o cachorro é sempre este  eterno outro. próximo demais e longe para sempre.  estamos e ainda assim pouco dele sabemos.   é razoável então que alarguemos para todos os outros animais , mas detendo-nos no cachorro  é suficiente ,  o estágio  é esse.  o convívio junto ao cachorro é a relação insuperável da vida até
 -  antes de eu vir à vida o convívio familiar com o cachorro se dava em nossa civilização.  o cachorro continua sendo o animal da companhia oficial. cão seu melhor amigo chegou       é por aí também q  pensaremos no ovo da galinha. de alguma forma a galinha põe-nos o ovo.  isso além de seu fim, em si e para si, nos põe o ovo como média para q não a extingamos  , não a matemos para nossa alimentação. o ovo ela deixa e tomamos algo q vem de dentro dela - por ela produzido ao invés de comer sua carne . a sua vida. damos azar quando comemos um ovo e ele nos faz mal. há vezes q não faz.  o risco é corrido também.      o cachorro arma-se para assumir o posto q hoje é do homem. o latido já é  estágio inicial de vocalização [e para nós é primitivo totalmente e também  nossa forma de dominação através da crítica]  criticamos o cachorro e seu latido. ele poderia já ter avançado.


julho 24, 2008, 12:45 pm
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foi realizado de maneira totalmente caseira [exatamente, numa casa] em um único pc, com um único programa de edições e efeitos. o produtor - que pediu para não ser identificado - é um grande talento da informática e das avaliações sonoras. já o autor das canções resolveu encaminhar uma expressividade obscura, sombria [o lixo mesmo]. conta-se que foram utilizados poucos instrumentos na gravação [apenas dois violões]. morto-vivo apareceu na rede semanas após o desastre aéreo de 2007 com o avião da TAM que saiu de porto alegre com destino a são paulo.